Saúde


Workshop Velha a Rir

Workshop Velha a Rir

O estaleiro cultural Velha-a-Branca, em Braga, vai promover em Setembro mais um workshop, desta feita o tema abordado será o riso – Velha a Rir – promete sorrisos e muitas gargalhadas.

Este workshop propõe através do Yoga do Riso fazer uma introdução à prática do riso com ferramenta de bem-estar e recurso, proactivo, para as mais diversas situações quotidianas, aprofundando as terapias do optimismo para atingir um resultado que perdure. Também serão levadas a cabo sessões de riso compostas por exercício físico, cura, orientação, amizade e partilha.

A aplicação prática das técnicas apreendidas após o workshop permite desenvolver projectos de riso, à imagem de cada participante, preparando-o para ser líder de riso.

O riso provoca, segundo especialistas, a estimulação e liberação de endorfinas, pequenas proteínas capazes de tornar a nossa vida mais feliz, podendo aliviar a dor e tranquilizar-nos, criando a sensação de sossego ou aumentando o fluxo sanguíneo. Ao riso é atribuído um grande número de propriedades benéficas para combater problemas de saúde como enfartes, stress, depressões e insónia.

O preço do workshop é de 40 euros para sócios da Velha-a -Branca e e 45 euros para não sócios.

O workshop é dividido em quatro sessões, de uma hora cada, e realizam-se às 21h30.

 

PROGRAMA:

• 1ª Sessão – Introdução ao Yoga do Riso, 1ª sessão de riso – Actividade em Grupo

• 2ª Sessão – Os benefícios do Riso, 2ª sessão de riso

• 3ª Sessão – Humor vs Riso, 3ª sessão de riso

• 4ª Sessão – Como prepara uma sessão de Riso, 4ª sessão de riso

 

MATERIAL NECESSÁRIO

• roupa confortável

• descalço ou de meias

• mantinha/toalha para colocar no chão
 

 Mais informações através do email: info@velha-a-branca.net e dos telefones  253 618 234 / 916 249 180

 

 

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Médicos associados querem proteger profissionais da voz

“Queremos criar uma subespecialidade médica exclusivamente virada para as artes do espectáculo, tal como existe a Medicina Desportiva. E ela abrangerá profissionais de todas as áreas, do canto, à música, passando pelo teatro ou profissionais da Comunicação Social”, revelou, ontem, em Matosinhos, Pais Clemente, otorrinolaringologista e fundador da Associação Portuguesa de Medicina e Artes do Espectáculo (APMAE).”

Jornal de Notícias

Freud, Alfred Adler e outros psiquiatras igualmente reputados já tinham alertado para os perigos do perfeccionismo. Novos estudos corroboram os riscos psicológicos, como o esgotamento mental, daqueles que vivem na busca permanente da perfeição.  

“É natural que as pessoas queiram ser perfeitas em algumas coisas, por exemplo, no trabalho. Para ser um bom editor ou cirurgião é importante não cometer erros”, diz Gordon L. Flett, professor de psicologia da York University e autor de diversos estudos.

“A cultura da nossa sociedade valoriza e reforça muito as atitudes deles”, sublinha Alice Provost, conselheira assistente da Universidade da Califórnia. No entanto, para Gordon L. Flett, o problema começa “quando isso [perfeccionismo] se generaliza para outras áreas da vida, ou seja, a vida familiar, a aparência, os hobbies.” 

Alice Provost aponta alguns transtornos obsessivos compulsivos dos perfeccionistas: não suportam ficar diante de uma mesa desarrumada; acham quase impossível deixar um serviço por acabar; alguns dedicam uma quantidade absurda de tempo a refazer tarefas; procuram um ideal que só eles conseguem ver. “Aquilo que alguns deles consideram como fracasso é o que a maioria das pessoas não dá a mínima importância”, explica Provost.

Uma investigação inglesa concluiu que os europeus da Idade Média alimentavam-se melhor do que os de hoje, não obstante terem uma vida mais difícil. Os povos medievais trabalhavam uma média de 12 horas em serviços braçais, tinham de enfrentar doenças infecciosas provocadas pela falta de higiene, todavia consumiam “mais peixes, frutas, vegetais, grãos e especialmente muito pouco açúcar refinado”, segundo o site da Globo. 

Já os europeus actuais sofrem as consequências do estilo de vida moderno – ansioso e preguiçoso – “com muito mais produtos industrializados e muito menos esforço graças aos controlos remotos, escadas rolantes e elevadores”. 

Um cidadão medieval consumia em média 3500 calorias por dia, provavelmente o mesmo que os cidadãos ocidentais modernos, no entanto “o tipo de alimentação e nível de sedentarismo” eram diferentes.

Novo medicamento contra a depressão

pode estar para breve 

Já se conhecida os benefícios do exercício físico no combate à depressão. Mas cientistas americanos da Universidade de Yale vão mais longe. Acreditam que no futuro a sensação de felicidade conseguida pela prática de exercício físico poderá ser obtida através de um comprimido, ainda “mais eficiente” do que os antidepressivos que existem no mercado. http://www.aspria.be

Publicado na revista científica Nature Medicine, o estudo mostra os testes feitos com ratos e a concentração dos investigadores numa determinada área do cérebro – hipotálamo, onde foram identificados os genes mais estimulados durante a prática de exercício físico. O gene VGF foi destacado por produzir uma substância química semelhante a um antidepressivo. 

“Ao administrar o VGF, percebemos que ele funciona como um antidepressivo poderoso e ao inibi-lo, interrompemos ao mesmo tempo os efeitos provocados pelos exercícios induzindo comportamento depressivo nos ratos”, diz Ronald Duman, professor de psiquiatria da Universidade de Yale e líder do estudo.

Sexo e chocolate fazem bem ao cérebro 

Fazer sexo e comer chocolate amargo ajudam a impulsionar a capacidade cerebral. Assim defende o livro Teaching Yourself: Training Your Brain (Ensine-se a si mesmo: treine o seu cérebro, em tradução livre) de Terry Horne (psicólogo cognitivo) e Simon Wooton (bioquímico).  

Os autores estudarhttp://canais.digi.com.br/am a influência da dieta, ambiente e stress na capacidade mental das pessoas. Com efeito, os ingredientes encontrados no chocolate amargo, como magnésio e antioxidantes, aumentam a oxigenação cerebral. 

 “Durante décadas, pensamos que a capacidade no cérebro é geneticamente determinada, e agora ficou claro que é uma questão de estilo de vida”, explicou Terry Horne.  

Os investigadores defendem um “conceito de vida” chamado BLISS (prazer corporal, alegria, envolvimento, satisfação e sexo, na sigla em inglês) para aumentar a performance mental. Aconselham a baixa ingestão de álcool e carnes vermelhas e sustentam que consumir drogas, assistir a novelas e conviver com quem reclama muito da vida diminui a capacidade cerebral. “Misture-se com pessoas que lhe façam rir. Evite as pessoas que reclamam demais porque elas podem deixá-lo deprimido”, sugere Terry Horne.

Investigação

Investigadoras da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) descobrem nova aplicação para um fármaco utilizado no tratamento de alguns cancros. A descoberta pode combater doenças vasculares como aterosclerose e restenose.

Ana Sofia Rocha, Isabel Azevedo e Raquel Soares, investigadoras do Serviço de Bioquímica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, descobriram que o Imatinib, fármaco utilizado no tratamento de alguns tipos de cancro, pode ser utilizado para combater certas doenças vasculares.

Estas doenças, como a aterosclerose e restenose, têm em comum o espessamento do sangue e um crescimento anormal das células do músculo liso (estas células encontram-se nos vasos sanguíneos, trato gastrointestinal, útero e bexiga).O Imatinib pode ser usado de duas formas: como fármaco usado na aterosclerose e, também, para a restenose, evitando a complicação que a primeira cirurgia pode causar, podendo não ser necessário segunda ou terceira cirurgias.

Os resultados obtidos com este estudo foram positivos, constatando que quando em contacto com o Imatinib as células não eram capazes de se deslocarem e de invadirem o tecido conjuntivo adjacente. A viabilidade e proliferação deste tipo de células também foram significativamente reduzidas pelo fármaco. E mais: foi ainda encontrado um aumento significativo da percentagem de células mortas depois do tratamento com Imatinib.

 Se o fármaco sair para o mercado, poderá ser um passo em frente no tratamento de doenças como a aterosclerose e restenose e outros tipos de doenças que tenham em comum o espessamento dos vasos, causado pelo crescimento das células do músculo liso.