Ciência


Uma investigação inglesa concluiu que os europeus da Idade Média alimentavam-se melhor do que os de hoje, não obstante terem uma vida mais difícil. Os povos medievais trabalhavam uma média de 12 horas em serviços braçais, tinham de enfrentar doenças infecciosas provocadas pela falta de higiene, todavia consumiam “mais peixes, frutas, vegetais, grãos e especialmente muito pouco açúcar refinado”, segundo o site da Globo. 

Já os europeus actuais sofrem as consequências do estilo de vida moderno – ansioso e preguiçoso – “com muito mais produtos industrializados e muito menos esforço graças aos controlos remotos, escadas rolantes e elevadores”. 

Um cidadão medieval consumia em média 3500 calorias por dia, provavelmente o mesmo que os cidadãos ocidentais modernos, no entanto “o tipo de alimentação e nível de sedentarismo” eram diferentes.

Sexo e chocolate fazem bem ao cérebro 

Fazer sexo e comer chocolate amargo ajudam a impulsionar a capacidade cerebral. Assim defende o livro Teaching Yourself: Training Your Brain (Ensine-se a si mesmo: treine o seu cérebro, em tradução livre) de Terry Horne (psicólogo cognitivo) e Simon Wooton (bioquímico).  

Os autores estudarhttp://canais.digi.com.br/am a influência da dieta, ambiente e stress na capacidade mental das pessoas. Com efeito, os ingredientes encontrados no chocolate amargo, como magnésio e antioxidantes, aumentam a oxigenação cerebral. 

 “Durante décadas, pensamos que a capacidade no cérebro é geneticamente determinada, e agora ficou claro que é uma questão de estilo de vida”, explicou Terry Horne.  

Os investigadores defendem um “conceito de vida” chamado BLISS (prazer corporal, alegria, envolvimento, satisfação e sexo, na sigla em inglês) para aumentar a performance mental. Aconselham a baixa ingestão de álcool e carnes vermelhas e sustentam que consumir drogas, assistir a novelas e conviver com quem reclama muito da vida diminui a capacidade cerebral. “Misture-se com pessoas que lhe façam rir. Evite as pessoas que reclamam demais porque elas podem deixá-lo deprimido”, sugere Terry Horne.

Um estudo da Universidade Cornell, em Ithaca, nos Estados Unidos, revela que o Chocolate teve origem há 3100 anos, na América Central, ou seja, meio milénio mais cedo do que se pensava.

Os investigadores descobriram resíduos de teobromina – um componente encontrado naChocolates árvores de cacau – em fragmentos de vasos datados de 1.100 a.C. e encontrados durante uma escavação no sítio arqueológico de Puerto Escondido, no Ulua Valley, nas Honduras.

Num artigo publicado ontem pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas dizem que “as primeiras bebidas de cacau consumidas em Puerto Escondido eram produzidas com a fermentação da polpa doce que cerca as sementes”.

O estudo sugere que os nativos americanos fermentavam a polpa do fruto para fazerem uma bebida semelhante à cerveja, usada para festejar ocasiões especiais como nascimentos e casamentos.

A semente do cacau era muito importante para os nativos de parte do México e da América Central, antes da chegada dos europeus. O grão era usado como moeda na sociedade Asteca e a bebida espumante de chocolate era fundamental na vida social e nos ritos destes povos.

No século XVI, os colonizadores renderam-se às delícias deste doce e levaram-no para a Europa, onde desenvolveram a poderosa indústria do chocolate.